O Rosso di Montalcino é um tinto italiano seco mais acessível em termos de preço aos tradicionais e poderosos Brunello di Montalcino. Ambos são originários da mesma região da Toscana, elaborados com a uvas Sangiovese Grosso (variação local da Sangiovese, conhecida como Brunello) e, inclusive, podem ser originários dos mesmos vinhedos, mas é permitido somente ao Rosso ser comercializado com um ano de envelhecimento.
No caso deste Rosso di Montalcino da Tenuta Ciacci Piccolomini d´Arangona, as uvas da elaboração são de vinhas cultivadas em área de 7,76 hectares na província de Montalcino, situadas entre 240 e 360 metros acima do nível do mar.
Contudo, são vinhedos de Denominação de Origem Controlada (DOC), diferentes dos de Denominação de Origem Controlada e Garantida (DOCG), que dão origem aos tintos Brunello di Montalcino da vinícola.
Apenas 16 mil garrafas da safra 2006 foram produzidas do Rosso. Antes de ser engarrafado, houve a fermentação alcoólica em cubas de aço inox, com temperatura controlada. Depois, o vinho estagiou por 12 meses em barricas de carvalho esloveno, madeira normalmente utilizada pelos produtores locais mais tradicionais.
O resultado, segundo a vinícola, é de um tinto jovem e perfumado, pronto para o consumo a 18ºC, acompanhando massas com molhos à base de carne, salames e demais defumados, além de queijos meia cura e curados.
Para que aromas e sabores do Rosso di Montalcino sejam melhor explorados e sentidos, é recomendável que se abra a garrafa uma hora antes do consumo e que o serviço seja em taças no formato tulipa.
Como em todos os vinhos da Ciacci Piccolomini d´Arangona, o Rosso di Montalcino também sai de fábrica com um holograma sobre a garrafa para garantir sua autenticidade e evitar falsificações.
O Rosso di Montalcino é a opção mais acessível do que os Brunellos di Montalcino. No caso deste tinto da Tenuta Ciacci Piccolomini d´Arangona, as uvas da elaboração são de vinhas cultivadas em área de 7,76 hectares na província de Montalcino, situadas entre 240 e 360 metros acima do nível do mar. São vinhedos de Denominação de Origem Controlada (DOC), diferentes dos Denominação de Origem Controlada e Garantida (DOCG), que dão origem aos tintos Brunello di Montalcino da vinícola.
Segundo Sonia Denicol, consultora da Ars Vivendi, importadora do exemplar, este Rosso di Montalcino é um vinho extremamente redondo, intenso e complexo, acompanhando a qualidade dos Brunellos da Ciacci. “Ele ressalta os aromas e sabores de frutas vermelhas vivas, um vinho vibrante e extremamente equilibrado”, afirma.
Sonia destacou a cor vermelho rubi do vinho, os perfumes de frutas vermelhas intercalados aos toques herbáceos e algo floral, em suas análises visual e olfativa.
Na boca, a especialista mencionou o sabor envolvente do exemplar, no qual prevalece frutas, sua estrutura e “os taninos prazerosamente pronunciados”, que pedem um acompanhamento a este tinto seco toscano.
O Rosso di Montalcino faz parcerias com massas à bolonhesa, salames e demais defumados, além de queijos meia cura e curados. A recomendação da importadora é abrir a garrafa uma hora antes do consumo a 18ºC de temperatura. O serviço deve ser em taças do formato tulipa.
O Rosso di Montacino é a opção mais acessível economicamente aos tradicionais e renomados Brunellos di Montalcino. A diferença básica entre eles é o tempo de envelhecimento antes da comercialização. No caso do Rosso, ele pode ser comercializado após 12 meses, sendo que os Brunellos somente após cinco anos, da data da safra. Evidentemente, o período prolongado na passagem pelo carvalho interfere diretamente na complexidade aromática e gustativa do vinho.
Esse Rosso Ciacci Piccolomini d´Arangona se destaca pela diversidade de aromas e sabores, o que o faz um vinho de ótima complexidade, um sinal claro de qualidade, apesar do menor período de estágio em madeira.
Seus aromas lembram frutas vermelhas, algo herbáceo e um toque floral. Apesar dos 12 meses de estágio em madeira, a influência do carvalho esloveno não se destaca neste exemplar italiano da Toscana.
Na boca, os taninos (substância adstringente que amarra lábios e gengivas) são percebidos, mas nada agressivos. Apenas confirmam a característica gastronômica do vinho, que deve ser degustado como acompanhamento de massas com molhos a base de carnes, queijos curados e meia cura, além de salames e outros defumados.
Trata-se de um vinho com boa persistência de sabores e aromas (de seis a oito segundos, pelo menos), e também com certa acidez (sensação de frescor que provoca salivação) integrada que só confirma sua qualidade.
A recomendação da vinícola e para consumo deste Rosso di Montalcino a 18ºC. Deve ser aberto uma hora antes e servido em taças de formato tulipa.
Massas com molhos a base de carnes
Queijos curados e meia cura
Salame e demais defumados
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